Reportagem da revista ISTOÉ de 29.11.2006
Denúncia: Confissões da mulher do padre
Pela primeira vez no Brasil, uma fiel pede na Justiça o reconhecimento e a anulação de sua união com um sacerdote. A disputa envolve sexo, agressões e mentiras
Todo santo dia, a pernambucana Renilda Maria da Silveira, 42 anos, dedica parte de sua vida a escrever a respeito de um pecado que ela jura não ter cometido. Depois de três anos vivendo sob o mesmo teto com Jaime Alves de Melo, ela descobriu que seu companheiro, na verdade, era um padre católico. A primeira reação de Renilda foi de fúria e ódio. Imediatamente, ela resolveu denunciá-lo à Igreja. A Cúria exigiu que Renilda tivesse provas concretas de que o padre tivesse tido, no jargão da instituição, uma má conduta sexual. Corria o ano de 2001. Para provar o que dizia, Renilda resolveu arquivar sua ira, continuou sua relação com Jaime por mais três anos e, nesse tempo, montou um assombroso pacote de provas para pedir a excomunhão da Igreja Católica de seu marido. Nesse período, juntou filmes, fotografias e gravações de suas relações íntimas e familiares com o padre Jaime. Foi fria e calculista. Freqüentou praia de nudismo, participou, a convite dele, conforme conta, de orgias, realizou o ato sexual na sacristia da paróquia da Assunção de Maria, em Olinda (conforme descreve no relato que inicia esta reportagem), e também na casa paroquial. Ela quer provar que, além de mentir para ela, quando não assumiu sua condição de padre, Jaime, ao abrir o jogo, passou a ser perverso e absolutamente profano.
Para ler a reportagem completa acesse:
www.portalanjo.com/denunciapadrejaime.htm